segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pausa de Moacyr Scliar por Vera Wertefrongel Bravo

Após as discussões no fórum do curso, esta é a sugestão da Profa. Vera Wertefrongel Bravo



 


Canção sugerida na situação de aprendizagem que envolve "intertextualidade": Paciência de Lenine.



Pausa de Moacyr Scliar por Roseli Tech Eugênio Marques

Após as discussões no fórum, esta é a sugestão da Profa. Roseli Tech Eugênio Marques











Pausa de Moacyr Scliar por Alessandra Costa


Após discussões no fórum do curso com minhas companheiras do Grupo 8, fiz algumas adaptações nas situações de aprendizagem iniciais.

Na elaboração das situações de aprendizagem que meu grupo elaborou uma das nossas preocupações foi o trabalho com o que Dolz e Schneuwly (1996, págs. 50-56) classificam como "progressão, sequência didática e gêneros", ou seja, buscamos verificar as estratégias necessárias para permitir que o aluno tenha uma progressão dentro do gênero, para isto, fizemos algumas adaptações nas atividades; também buscamos atingir as três fases sugeridas por Ramos (2004, págs. 12-19) no trabalho com gêneros que são: apresentação(através dos conceitos conscientização e familiarização) é onde se verifica o quanto o aluno conhece sobre o gênero trabalhado;detalhamento continua favorecendo o conhecimento do aluno abordando aspectos específicos da organização retórica e suas características léxico-gramaticais e aplicação é o momento que se espera que o aluno consolide sua aprendizagem e se aproprie do gênero em questão. 
Baseados em Rojo (2002, págs. 4-7) consideramos as capacidades de leitura envolvidas nas diversas práticas letradas e buscamos colocar nas situações de aprendizagem as atividades que permitissem que o aluno trabalhasse a decodificação, a compreensão e a apreciação do texto lido.
Acredito que através de tais situaões de aprendizagem conseguiremos possibilitar ao aluno condições para se ler, entender e refletir sobre o texto lido e utilizar o aprendizado em outros gêneros e/ou outros textos do mesmo gênero.

Abraços,
Alessandra Costa

Este é o resultado final:









Materiais sugeridos na situação de aprendizagem que envolve "intertextualidade":

Circuito fechado

(Ricardo Ramos, Circuito fechado, Rio de Janeiro, Record, 1978)


Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço. Relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos, jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia. Água. Táxi, mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras. Cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.
No Youtube existem várias releituras de "Circuito Fechado" em forma de dança, vídeos etc.

Vídeo de Chico Buarque - Cotidiano



Vídeo de Chico Buarque e MPB4 - Roda Viva




domingo, 16 de junho de 2013

Cuidados que podemos ter com os livros didáticos e paradidáticos!!!!

O mesmo cuidado que temos com o livro didático devemos ter com os livros paradidáticos, pois muitos colegas poderão lê-los!!!!
Cuide bem deles!!!!!


domingo, 9 de junho de 2013

ESCREVER

(...) É uma maldição porque obriga e arrasta como um vício penoso do qual é quase impossível se livrar, pois nada o substitui. E é uma salvação.
Salva a alma presa,salva a pessoa que se sente inútil, salva o dia que se vive e que nunca se entende a menos que se escreva. Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada. (...)

Clarice Lispector




quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sugestão de passeio

Visita ao MuBe - Museu Brasileiro de Esculturas com a Exposição "Mònica 50 anos".



Acredito que ela fez parte da infãncia de muitos de nós!!!!!

Sugestão de livro

A SOCIEDADE DOS FILHOS ÓRFÃOS de Sérgio Sinay

Em nossos fóruns temos discutido sobre a falta de participação das famílias com nossos alunos e nas implicações que isto traz para a escola e para a sociedade.
O autor Sérgio Sinay trata desta ausência neste livro:





Assista a entrevista com o autor:



Sinay compara a criação dos progenitores com o trabalho do agricultor. Não basta jogar a semente para ter uma colheita proveitosa. É preciso proteger a plantação de intempéries e pragas, além de podar as árvores. "Podar não é mutilar, é uma forma de ajudar a planta a crescer com força", compara o autor. (Fonte: Trecho dos comentários sobre a obra e a entrevista de Sérgio Sinay em "EXIBIR MAIS"  http://www.youtube.com/watch?v=LFf_qgwu_Qs. Acessado em: 05/jun/2013)

A chave...


terça-feira, 4 de junho de 2013

Links com áudios



Olá,
por algum problema, hoje, 04/jun/2013, não consegui acessar os links corretamente, se o mesmo acontecer contigo, avise-nos, por favor.
Obrigada,
G8

segunda-feira, 3 de junho de 2013

UM LIVRO por Elias José



Um livro
Um livro
É uma beleza,
É uma caixa mágica
Só de surpresas!



Um Livro
parece mudo...

Mas nele a gente
descobre tudo! 



Um livro tem asas,
longas e leves...
que de repente,
levam a gente,
longe, longe...



Um livro
é parque de diversões:
cheios de sonhos coloridos,
cheio de doces sortidos,
cheio de luzes e balões...



 Um livro...É uma floresta
com folhas e florese bichos e cores,
é mesmo uma festa!
Um navio pirata no mar,


um foguete perdido no ar,
é amigo é companheiro!
(Elias José)

LER É PRECISO - Canção de Helena Cabral

Música "LER É PRECISO" - Helena Cabral - Ouça-a

LER É PRECISO

Ler, ler vamos ler

Ler, ler é saber

Ler, ler é preciso ler
Ler, ler é aprender
Ler, ler é sonhar
Ler, ler é viajar
Ler, ler é emocionar
Ler, ler é conquistar
O livro é o professor do professor
Quem escreve livro é escritor
Para escrever um livro
Quantos outros foram precisos?
O livro é só o começo de uma história
É o espelho da memória
Registro de conhecimento
Ao longo do tempo

(música de Helena Cabral)




Quem lê, viaja...



Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=UtJQ9fa1B50

sábado, 1 de junho de 2013

LER DEVIA SER PROIBIDO!!!

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=iRDoRN8wJ_w (ver exibir mais para detalhes de autoria)

20% dos adultos do planeta são analfabetos.
75% dos analfabetos do mundo estão reunidos em apenas 12 países.
O Brasil é um deles.
"Um livro é como uma janela. Quem não o lê, é como alguém que ficou distante da janela...
...e só pode ver uma pequena parte da paisagem." Kahlil Gibran

DEPOIMENTOS SOBRE LEITURA E ESCRITA

Tivemos como fonte os depoimentos de personalidades de diversas áreas sobre o papel da leitura e da escrita em suas vidas. Veja-os clicando no link abaixo:




Também pudemos ouvir algumas entrevistas feitas pelo jornalista Gilberto Dimenstein (seção "Prazer em Conhecer" do site Catraca Livre) com músicos e escritores sobre suas experiências com leitura e escrita. Ouça-as clicando nos nomes das personalidades.






Agora leia os nossos depoimentos e compartilhe o seu conosco!



Minha história também não se difere da maioria, mas algo que foi muito marcante em todo meu processo de alfabetização foi o incentivo dos meus pais.
Lembro-me de minha primeira professora com todos os detalhes; ela sempre nos orientava a chegarmos em casa e contarmos o nosso dia escolar aos nossos pais e depois registrá-lo em nosso diário; minha mãe me ajudava com as gravuras, como era divertido.
Lembro-me ainda que minha mãe lia histórias todas as noites para dormirmos, para mim  e meus irmãos, ela chamava este momento de “beijinhos de boa noite”; como ansiávamos por aquele momento.
Sempre visitávamos museus e bibliotecas, assistíamos a apresentações da Orquestra Sinfônica, íamos aos desfiles civis, passeávamos em família etc.; então eu sempre tinha algo para contar ou escrever, desta maneira, meu gosto pela escrita e pela leitura se transformavam em grandes histórias – reais e fictícias – em meu diário.
Aprendi a escrever poemas e sonhava que um dia publicaria um livro.
Ganhávamos livros de presente e isto nos fez criarmos nossa própria biblioteca.
Que lugar maravilhoso era aquele quartinho. Ele era pequeno no tamanho, mas gigante na nossa imaginação. Lá viajávamos o mundo e criávamos outros, pois nada era impossível ou irreal. Fui mulher-maravilha, princesa, defensora dos animais, presidente da república, professora, policial, médica, mãe, amiga, desenhista, bailarina, coreógrafa, atriz, modelo e tudo que minha imaginação era capaz de criar; tive noite de autógrafos, entrevistas, viajei pela lua, conheci os três porquinhos, o Sítio do Pica Pau Amarelo, mas também fui bruxa.
Que saudades de toda a inocência e pureza que aquele lugar me proporcionou. Onde foram parar tantos sonhos? Por que uma das brincadeiras de hoje é ser bandido?
Talvez meu maior sonho seja o meu grande desafio: descobrir como permitir que a criança de hoje queira ser apenas uma criança!?!?!
ALESSANDRA SILVA COSTA - Melhor Gestão, Melhor Ensino - Módulo 2 - G8

Minha experiência com a leitura e a escrita se iniciou com os grandes incentivos de meu pai. Desde a infância lembro-me de meu pai dizendo o quanto estudar era importante e nos levaria a um futuro melhor e mais independente.
Lembro-me de meu pai falando sobre os acontecimentos políticos, sociais, culturais e econômicos que envolviam a nossa cidade, nosso estado, país e o mundo. Ele sempre gostou muito de ver os noticiários e de ler para se manter informado. Sua fala era de que o "estudo" era o único caminho para nós, as pessoas mais simples e batalhadoras.
Cresci gostando de ler sobre culturas diversas e modos de viver diferentes de nossa cultura, por isso as aulas de história, do antido ginásio, eram motivo de atenção e encantamento, principalmente, quando se falava do Egito. Lia o que podia sobre esse povo e sua cultura.
Ainda no ginásio, li muitos livros da coleção "Para gostar de ler", orientada por professores e me lembro de um livro em específico, que me marcou e encantou muito, o livro " Escaravelho do diabo". Não esqueço dele...
Lógico que com o passar do tempo passei a ler livros literários, pois a proposta de vida e profissional exigia.
Tudo isso acrescentou muito em meu crescimento pessoal e profissional.
Hoje minha leitura é variada. Leio de tudo, mas na verdade gostaria de ter mais tempo para ler.
Meu pai, ainda hoje, é meu grande incentivador. Vejo-o, aos setenta e quatro anos, lendo seus livros e fazendo seus comentários conosco. Seus presentes, muitas vezes, são livros.

Agradeço ao meu pai e aos meus professores o que sou hoje e o meu gosto pela leitura.
ROSELI TECH EUGÊNIO MARQUES - Melhor Gestão, Melhor Ensino - Módulo 2 - G8


Desde muito cedo, convivo com livros. Em datas festivas, refiro-me àquelas em que somos presenteados, havia brinquedos e livros...sempre. Além de outras oportunidades em que os ganhava.
Minha infância foi inundada pela leitura. Lembro como me emocionei com “A Casa do Anjo da Guarda” de Condessa de Ségur e como era prazeroso o medo sentido com as histórias dos Irmãos Grimm.  E o livro com histórias da Carochinha?  Quanto encantamento!!!  Adentrei no “universo paralelo” do Sítio do Pica-Pau Amarelo e trouxe sua beleza para minha realidade. Adolescente, descobri, na estante de minhas tias, M. Delly. Li seus romances e idealizei o amor. Essas fases passaram, meu olhar voltou-se para os livros de meus pais. Em toda a casa, eu os via, os dois eram leitores assíduos. Dos 14 anos em diante, foram vários escritores construindo meu universo:  José de Alencar, Machado de Assis, Kafka, Edgard Allan Poe, Eça de Queiroz, Érico Veríssimo, Aldous Huxley, Hermann Hesse, Dostoiévskii e mais e mais... 
Sem dúvida, encontros com Lúcio Cardoso em “Crônica da Casa Assassinada”, Gabriel Garcia Marques em “Cem Anos de Solidão” e Juan Rulfo em “Pedro Páramo” foram marcos na minha atividade leitora. Entretanto, vou ressaltar “Uma Aprendizagem” ou “O Livro dos Prazeres”, de Clarice Lispector. Estava inteiramente tomada por uma paixão que fazia doer, só enxergava o outro e não me reconhecia mais. Foi, então, que Ulisses e Lóri, as personagens do livro, em um determinado momento, seguraram minhas mãos e me fizeram chegar “à porta de um começo.”  Foi um instante revelador, a epifania estendendo-se ao leitor.  A partir dali, ler Clarice tornou-se indispensável ao meu caminhar. 
A escrita é também companheira nos momentos de desabafo. Escrevo quando desejo entender melhor os meus sentimentos. É projetando-os, no papel, que consigo ficar próxima de mim.
VERA WERTEFRONGEL BRAVO - Melhor Gestão, Melhor Ensino - Módulo 2 - G8